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Quarta-feira, 30 de Junho de 2004
Poetas II - Angola


Fernando Costa Andrade

publicado por Anjo do Sol às 09:24
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Terça-feira, 29 de Junho de 2004
Poetas I - Angola


Vou trazer até aqui alguns poemas de poetas na sua maior parte desconhecidos de todos nós.
Poetas de além mar.
Poetas de Países de Língua Portuguesa.


publicado por Anjo do Sol às 09:34
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Sábado, 26 de Junho de 2004
Lennon, Eu e Tu

lennon.jpg


Pela noite de ontem

Pelo dia de hoje

Fica aqui a imagem do que falámos

E a música que ouvimos

Um beijo

</font>
publicado por Anjo do Sol às 19:51
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2004
As Mulheres No Que Me Diz Respeito

mulher-anjo.jpg


Os sentimentos que não tenho não tenho.
Os sentimentos que não tenho, não vou dizer que tenho.
Os sentimentos que vocês dizem que têm, não têm.
Os sentimentos que vocês quereriam que nós e vocês tivéssemos, nenhum de nós tem.
Os sentimentos que as pessoas deveriam ter, nunca têm.
Se as pessoas dizem que têm sentimentos, pode-se estar certo que não têm nenhuns.
Por isso, se vocês querem que nós ou vós sintamos alguma coisa,
é melhor abandonar por uma vez a ideia de sentir.

D. H. LAWRENCE

publicado por Anjo do Sol às 22:10
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Segunda-feira, 21 de Junho de 2004
Para Ti

Este é um poema da amita, que poderão encontrar no seu blog Branco e Preto, a conhecer, onde existem belos poemas, cheios de emoção e sentimento.
Obrigada, amita, por me teres permitido colocá-lo no meu blog.
Um beijinho para ti, minha amiga


Para ti
que surgiste do nada,
dum nada em que tudo existe.
Com surpresa, com mistério,
indagavas...procuravas...brincavas...
Sorria!

Para ti
que pintavas com mestria
unindo cores na paleta
até se tornar uma única,
indefinível, resplandescente.
Pintei!

Para ti
que na ilusão de racionalismo
tens sensibilidade, carência, afectividade,
presentes em todos os poros,
em cada instante que vives.
Senti!

Para ti
que ensinas, ajudas, orientas.
Que abrindo te fechas, deslizas, foges,
a quem o imprevisível aterroriza,
escuda, vagueia, interroga.
Acalmo!

Para ti
a quem as certezas absolutas
não passam de meros mitos ilusórios.
Que a ignorância do povo, deprime
e as falas dos "sábios", revoltam.
Compreendo!

Para ti
que lutas pelo sonho arduamente
e na tua solidão, interioridade,
buscas, pesquisas, procuras
novas portas, novas saídas.
Incentivo!

Para ti
estas palavras poucas,
o meu sorriso.
Obrigado!

publicado por Anjo do Sol às 17:51
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Sábado, 19 de Junho de 2004
Só para ti, Meu Melhor Amigo

Este de hoje é só para ti, meu amigo - o meu melhor amigo.
Tu que estás sempre presente, em todas as horas, mesmo quando estás longe. Tu que me animas quando estou triste e me estendes o lenço quando derramo alguma lágrima; tu, o único que as vês cair e que sabes ficar em silêncio apenas a agarrar na mão, enquanto eu desabafo. Aquele que consegue realmente que eu fale do que me preocupa, do que me atormenta.

És especial! Muito especial.
E eu adoro-te por seres quem és - a pessoa que és: ternurenta, meiga, preocupada com as pessoas que te rodeiam, o carinho, o ombro amigo, a pessoa com quem sei que posso falar de tudo.
Sei que, se pudesses, irias em busca daquilo que eu gostaria de ter, apenas para não me veres preocupada.
Tu sabes que eu também sinto assim, não sabes?
Sabes do que me estou agora a lembrar? Da forma como nos conhecemos, não sei bem há quanto tempo, 2, 3 anos? Éramos o cão e o gato, neste mundo virtual.
Eu e tu somos a prova de que aqui, nesta realidade virtual, podemos encontrar pessoas que se tornam demasiado importantes na nossa vida. Não, demasiado não. Ser importante nunca é demasiado e nunca será demasiado ter amigos como tu. Mas, sabes? Acho que nunca irei encontrar um amigo assim.
Agora deves estar a pensar naquela minha famosa frase quando combinámos de nos encontrar a primeira vez.
Shhiiuuu...
Não a digas. Ri-te dela como eu.
Estou a recordar as nossas conversas pela noite fora, sempre com uma variação incrível de assunto. Puxa! Assunto é algo que nunca nos falta, não é? E tu sabes como eu gosto disso. Parece que o tempo é sempre curto para as nossas conversas.
Mesmo aquelas em que eu me armo na tua "irmã mais velha". Mas sabes que o faço apenas porque quero o teu bem.
Se eu utilizásse a palavra "amo-te" sei que seria muito mal interpretada por quem acha que na amizade não existe amor, mas existe. Porque este carinho, ternura que sinto só pode ser mais uma forma de amar. Por isso, maninho, "mi gota muto tu" (lembras?).

eu gosto de você
e gosto de ficar com você
meu riso é tão feliz contigo
o meu melhor amigo é o meu amor

O meu riso é mesmo super feliz contigo! Tal como nesta letra dos Tribalistas.
Fazes-me rir como uma criança, fazes-me recordar a criança que fui.
Os meus olhos são o espelho da minha alma.


e a gente canta
e a gente dança
e a gente não se cansa

de ser criança
a gente brinca
na nossa velha infância

Já te disse que a nossa fonte estava em obras? Sim, já te disse.
As noites estão a ficar cada vez mais quentes, começa a ser altura das nossas brincadeiras na fonte, tal qual crianças que brincam com a água, molhando-nos um ao outro. E a roupa a escorrer, corremos para o carro, tu rindo que nem um perdido, com os teus olhos azuis a brilhar; eu com um riso tão espontâneo que me leva quase às lágrimas.
E tu ainda ameaças: "da próxima vez trago um balde".
"Vocês são uns doidos" - diz a minha mãe, enquanto abana a cabeça, sorrindo. E, somos mesmo. Mas, é tão bom deixarmos que se solte a criança que há em nós. É um voltar à "Velha Infância".


seus olhos meu clarão
me guiam dentro da escuridão
seus pés me abrem o caminho
eu sigo e nunca me sinto só

Sei que se precisar de algo, basta que te chame e tu tentarás ajudar-me no que for necessário. Sabes que farei o mesmo contigo. Não são promessas, não precisamos delas.
São constatações.
Sabes que te desejo as maiores felicidades. Desejo que tenhas na vida tudo o que mais queres e pelo que lutas. Só te quero ver feliz, infinitamente feliz.
Obrigada por seres assim, obrigada por existires e por teres entrado na minha vida, meu amigo, Meu Melhor Amigo.

 

publicado por Anjo do Sol às 19:35
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2004
Depois de Ti

ocean-sunset-big.jpg

Esta noite
Contigo sonhei
Há tanto tempo que não o fazia
Que nem sei
Senti como se de novo
Me invadisses os sentidos
Arremessando-me
De encontro à loucura
Que sempre contigo senti
Nunca antes conhecida
Jamais repetida

Antes de ti
Depois de ti

Foste luz, cor,
Foste carne, suor,
Senti-te a boca
Doce como mel
Num beijo molhado
Mistura de línguas
Boca que deslizou pelo corpo
Despiu roupa, mordeu pele,
Arrastou-me consigo
Despindo-me de todo o presente
De tudo em que me transformei depois de ti
Depois de ti
A minha vida a isso se resume

Antes de ti
Depois de ti

A ladaínha repete-se
Intermitentemente nos meus ouvidos
Habituados ao teu sussurrar
E, depois de ti
O mundo adquiriu um tom cinzento
Sem sol, sem os coloridos da alegria
Que importa o que veio depois de ti
Se foste sempre tu quem me invadiu os sentidos?
Se foi por ti que sempre esperei?

Antes de ti
Depois de ti

E agora sonhei
Sonhei que estavas aqui
Porque te vi
Porque te senti
Porque mais uma vez
O meu olhar cruzou o teu
Depois dos anos passados
O coração não mudou
Pulou, gritou, cantou, dançou,
Como se quisesse saltar do peito
E finalmente juntar-se ao teu

Sei o que sentiste
Sinto-o
E tu? Sentes?
O teu olhar
O silêncio no teu sorriso
O abraço quente e apertado
Agora sei que voltaste
Tu
Só para mim
Deixei de ouvir a ladaínha
Antes de ti
Depois de ti
Ouço apenas um sussurro:
Contigo aqui.

publicado por Anjo do Sol às 22:33
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2004
Regresso

Voltei, finalmente!
Confesso que estava farta de estar na horizontal e, nem sequer pelo melhor motivo!
Para quem não sabe o motivo da ausência (demasiado prolongada!! - ai que saudades disto!), não julgue que vou entrar em grandes pormenores - Não!
Foi simples: na noite de dia 9 para 10, antes de ir para casa resolvi parar para ir ao Multibanco. Para contrariar o habitual, estacionei o carro do lado oposto à caixa e ao atravessar a estada atropelei um veículo! Hum... acho que não foi isto!... (não, não fiquei com amnésia)
Recapitulando: ía com a cabeça nem sei onde, tão distraída que nem me apercebi de que vinha um carro. Quando o vi era tarde demais e quando acordei já estava no hospital, umas quantas horas depois.
Permaneci internada por quase 48 horas, depois repousei em casa e cá estou! Ponto final! Eheh!!
Já não me lembrava o que era levantar às 7h 30m da manhã para vir trabalhar!
Essa foi a parte boa - as mini férias. ;)
Obrigada aos que cá continuaram a vir em busca de algo novo.
Obrigada aos que, sabendo do que se passava, estiveram sempre presentes, não aqui, mas de outras formas.
Na altura o meu adorado amigo Hugo veio avisar de que algo se passava, não tendo entrado em pormenores porque eu pedi para não o fazer.
Agora, estou prontinha para recomeçar os textos (os dedos fervilham) e, principalmente as minhas visitas aos blogs amigos.
Mas, infelizmente, tenho trabalho acumulado e só o poderei fazer ao final do dia.
Até lá, beijos a todos.

publicado por Anjo do Sol às 10:55
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Terça-feira, 8 de Junho de 2004
Recordar Milfontes

“Foi em 1978, no Verão, que te conheci. Nesse ano, num dos poemas de «doze moradas de silêncio» citei Rilke: «Uma só coisa é necessária: a solidão, a grande solidão interior. Caminhar em si próprio e, durante horas, não encontrar ninguém – é a isto que é preciso chegar.(…)”

Numa noite de Verão
O teu olhar
Cruzou o meu
Senti a paixão
Invadiu-me os sentidos
Perdi-me no negro profundo
Senti que me roubavas
Mais que um beijo
Foi junto ao mar
Que te amei
Foi na margem do rio
Que de ti me despedi


“- Je t'aime je t'aime
- Oh oui je t'aime!
- Moi non plus.
- Oh mon amour...“


“(…)Hoje, sem ti, já não consigo pressentir a sombra magnífica da noite sobre o rio. Nada se acende em mim ao escrever-te esta carta.(…)”

Vagueio pela noite
Encosto a cabeça na nossa rocha
Ainda morna pelo sol
Enterro a mão na areia
Em busca de um tesouro enterrado
O meu
O teu
O nosso tesouro
Apenas grãos deslizam pelos dedos
A mão fica vazia
Como eu

“(...)Só a foz do rio parece guardar a memória duma fotografia há muito rasgada. O vento, esse, persegue a melancolia dos passos pelas dunas.(…)”

Corro perdida pelas dunas
Lembras quando nos escondíamos?
Como tu rias quando nos procuravam
E nós enrolados nas areias
Embalados pelo vento da paixão
Sussurrávamos palavras
Que hoje recordo
Aquela música
A que chamávamos nossa
Soa ainda nos meus ouvidos
Melodia que se desprende
Das ondas do mar


“- Je t'aime je t'aime
- Oh oui je t'aime!
- Moi non plus.
- Oh mon amour...“


“(…)Sento-me onde, dantes, me sentava contigo, perto do farol.(…)”

Muro branco que rodeia o farol
Tantas histórias encerras
Escadas de madeira
Degraus de pedra
Desço
Sobes
Deitamo-nos
Fecho os olhos
Sorris
Um carro que passa
Faróis que iluminam
Dois seres que dele
Se tentam esconder


“Je vais je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Et je me retiens"
</strong>

“(…)Adormeço ou começo a subir o rio para fugir à imensa noite do mar.(…) Vou prosseguir viagem assim que o dia despontar e o som do teu nome, gota a gota, se insinue junto ao coração.”

Terra que nos uniu
Vila que nos separou
O mar viu nascer o nosso amor
O rio lançou correntes sobre a despedida
Seguimos diferentes viagens
Regresso sempre a Milfontes
Para te amar mil vezes
E me despedir outras mil



A letra da música é bastante conhecida, cantada por Serge Gainsbourgh - "Je t'aime moi non plus".

As frases citadas são de Al Berto, do seu livro "O Anjo Mudo", texto "Carta de Milfontes".
O resto é meu, claro.
Obrigada,
amigo Ice, por este presente enviado no meu aniversário, o qual estou a adorar ler e que acabou por me trazer belas recordações.


 

publicado por Anjo do Sol às 23:59
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Domingo, 6 de Junho de 2004
Corpo

publicado por Anjo do Sol às 20:21
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